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Desvincular la lectura de la norma

Desvincular la lectura de la norma

No estoy aqui con la pretensión de descubrir fórmulas ni enseñar verticalmente algo que, seguramente Uds.  ya lo saben. Según  Antonio  Pérez  Esclarín,  nunca terminamos de aprender a  leer.

Mi propuesta es compartir lecturas y enseñamientos de escritores, profesores y otros estudiosos sobre la lectura.

Entro en clima recordando palabras de Tolstoi ”pinta tu aldea y pintarás el mundo”.

Me pregunto y les pregunto… a qué aldea nos referimos? Al entorno de una ciudad grande, una vorágine que nos puede hasta  aturdir con infinidad de lanzamientos pero – a veces- tan distantes  de mi territorio, del territorio del alumno de otros territorios. Preocuparnos porque sepan leer es  colaborar para lograr uma auténtica ciudadanía. Es un abrir puertas a la sabiduría como dice  Antonio Pérez Esclarín.

Maria Teresa Andruetto se refiere  a lo incierto del escribir pero… y la multifacética magia del  leer?

La autora se refiere al gran riesgo de lecturas o producciones  que no velan por el provocar incertidumbre ya que lo valioso no está en las respuestas sino en la provocación de preguntas.

Roa Bastos se refiere a que cada lector reescribe el libro, lo resucita y da vida. Un libro sin lector está muerto. La trilogia debe ser viva (autor-lector texto).

Y, si pensamos  en la misión de profesores en establecimientos más distantes, con menos acceso a midias y avances tecnológicos… nada más ni menos… al mundo interior de cada lector  le sumamos  lo profundo y naturalmente, también se alejará de lo vulgar, del texto obvio, cargado de adjetivos pseudo infantiles y podrá sí,  apoderarse de la palabra cargada de connotación.

Recordemos, suelen caer  a las clases, casi de paracaídas coloridas, musicales, vistosas y engañosas, algunas “selecciónes de lecturas”  obligatorias. Ni qué decir cuando están embutidas dentro de grandes globos mercantilizados que las clasifican como “utilitarias y funcionales”.

A todo eso y a muchas otras epidemias intelectuales corremos el riesgo de someter a nuestros alumnos si no tenemos la absoluta apertura de elegir el texto,   pensando  solo en el destinatario, sino por la grandeza del proprio texto .

Me dirán que no lee un niño lo mismo que un adolescente, naturalmente, es preciso sentido común y consciencia de la búsqueda, de la armonia   pero…sin exclusiones. Podemos contar,como sugiere el poeta Manolis Anangnostakis, de forma única y memorable.

El leer como  placer y misión en si mismo. Sin riesgo de asustadoras atividades sobre… a partir de… o para…

Que los alunos empapados de buenas lecturas sientan la necesidad de también manifestarse. Ellos encontrarán la forma. No precisa circunscribirse a la clase de lengua o literatura.

Podremos ver resultados de esa “ sensibilización y observación “ en otras disciplinas, en su comunicación dentro y fuera de la escuela.  Será una caminada de luz observar que han descubierto la grandeza de la palabra.

El estudioso Antonio Pérez Esclarín nos  auxilia com sus reflexiones sobre el tema  e insiste en que la  lectura se halla en el programa de todas las materias.

Por ejemplo, hasta en la matemáticas, química, física,  tienen dificultad en identificar los datos , no los relacionan ni asocian, no leen, no consiguen suceso. El próprio estudioso se refiere a las cinco características básicas de um  lector polivalente:

  • Lee en todas las modalidades
  • Lee todo tipo de texto
  • Sabe leer con todo tipo de soporte (antiguo o moderno)
  • Conjuga la triple asociación de lectura- territorio y objetos
  • Consigue desenvolver proyectos de lectura

Cerrando,  Daniel Pennac (1996)se refiere a tres verbos que: no soportan el imperativo:  LEER – IMAGINAR – AMAR.

Uds. no creen que  Leer bien será un camino para respetar y entender la vida y lo que ella nos comunica con palabras?

Gracias.

Flip 2017

Flip 2017

Agende-se: 15ª Flip, que acontece em Paraty, será entre os dias  26 a 30 de Julho – e é uma forma muito agradável de aproveitar as férias.

Para terminar de  se encantar com a proposta, a programação está disponível no site – acesse aqui.

Tudo indica que o foco estará em autores de menos destaque internacional, mais em mulheres que em homens, além de em Editoras pequenas.

O homenageado será o autor carioca Lima Barreto e a organização pretende reproduzir sua trajetória ao longo desses dias, colocando sua obra em discussão.

A nos programar e curtir essa Feira que ano a ano  se apresenta mais “ nutrida” e interessante.


Lima Barreto

Afonso Henriques de Lima Barreto nasce no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1881. Perde a mãe, Amália Augusta, escrava liberta e professora, quando tinha seis anos, ficando sob os cuidados do pai, o tipógrafo João Henrique, que, poucos anos depois, é diagnosticado como neurastênico, o que o levaria a ficar recolhido pelo resto da vida. A doença do pai o obriga a deixar a Politécnica para sustentar a família como Amanuense do Ministério da Guerra.

Inicia sua colaboração regular para a imprensa em 1905, no Correio da Manhã. O jornal, extinto em 1974, serviu de inspiração para a criação de Recordações do Escrivão Isaías Caminha, publicado em 1909. Pelas críticas à imprensa no livro, Lima Barreto é retirado do quadro de colaboradores do Correio da Manhã e tem proibida qualquer citação ao seu nome nas páginas do diário, mesmo trinta anos depois de sua morte. Passa a colaborar, sob pseudônimo, para revistas como a Fon-Fon e Revista da Época, fazendo uma crítica social e política do Rio de Janeiro e o Brasil.

Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. O livro seria editado em livro quatro anos depois.

Lima, devido ao alcoolismo, é internado pela primeira vez no hospício em agosto de 1914, repetindo a tragédia pessoal de seu pai. A primeira internação serve, contudo, de inspiração para sua obra a posteriori.

Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, livro que dialoga com o gênero biográfico, é publicado em 1919. No dia 25 de dezembro deste ano, o autor é internado pela segunda vez.

Lima Barreto morre, aos 41 anos, em 1º de novembro de 1922, Dia de Todos os Santos. No dia 3 de novembro, morre seu pai.

Clara dos Anjos, livro que foi escrito e reescrito durante quase toda a vida de Lima, é publicado em livro no mesmo ano de sua morte.

A obra de Lima Barreto passa por um resgate e uma refundação a partir da biografia publicada por Francisco de Assis Barbosa, A vida de Lima Barreto, e da recuperação de seus escritos, feita a partir do acervo pessoal catalogado pelo próprio autor.

O autor torna-se objeto de estudo de intelectuais de referência em diversas áreas da inteligência brasileira, como Antonio Candido, Nicolau Sevcenko, Osman Lins, Alfredo Bosi, Antonio Arnoni Prado, Beatriz Resende e Lilia Schwarcz.

“Por muito tempo Lima Barreto ficou na ‘aba’ de literatura social, e sua obra e trajetória possibilitaram muitos debates sobre a sociedade brasileira. O que eu gostaria, mesmo, é que a Flip contribuísse para revelar o grande autor que ele é. Para além das questões importantíssimas sobre o país que ajuda a levantar, tem uma expressão literária inventiva e interessante, à frente de sua época em termos formais, capaz de inspirar toda uma linhagem da literatura em língua portuguesa”, afirma Joselia Aguiar, curadora da Flip 2017.

“O Lima é o autor de um território. O universo literário dele é determinado pela criação da Avenida Central, do Rio de Janeiro, que estabelece os diferentes graus de distância dos subúrbios com a Zona Sul e o Centro da Cidade”, afirma Mauro Munhoz, diretor-geral da Flip. “O olhar do Lima sobre a variedade de personagens brasileiros – seja nos subúrbios, seja nas regiões centrais – é determinado pela experiência do território onde viveu por quase toda a vida. Desse modo, sendo um grande autor, ele fez valer a máxima ‘Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia’, do Tolstói.”


Fonte: Flip

Revisión y Desafíos

Revisión y Desafíos

1 – Construye frases a partir del   inicio de estas frases utilizando la forma necesaria de los verbos: ir y hacer

a – Yo ( hacer ) …………………………………………………………………………………………………………………

b – El ( irse)  …………………………………………………………………………………………………………………….

c – Usted( irse) ………………………………………………………………………………………………………………..

d – Yo( ir) ………………………………………………………………………………………………………………………..

e – Cuándo tú ( hacer) los ………………………………………………………………………………………………..

f – Cómo Ud. (hacer) ……………………………………………………………………………………………………….


2 -Te sugerimos algunas palabras y proponemos la construcción de una frase con  ellas y los elementos que precises:

Apellido – nombre – alquiler – auto – carnet

………………………………………………………………………………………………………………………………….

………………………………………………………………………………………………………………………………….


3 – Podrías asociar  los horarios a las comidas habituales en Brasil? Escríbelos por extenso

Primer comida o …………………………..  a las …………………………………

Segunda comida o ………………………..  a las ………………………………..

Tercera comida o …………………………  a las ………………………………..

Cuarta comida o …………………………..   a las ………………………………..


4 – Escribe por extenso los siguientes números:

1.997 …………………………………………………………………………………….

2.004  ……………………………………………………………………………………..

49        ……………………………………………………………………………………..

1.696  ………………………………………………………………………………………

129      ………………………………………………………………………………………


5 – Escribe: una orden-una recomendación-una advertencia- una instrucción

…………………………………………………………………………………………………………..

…………………………………………………………………………………………………………..

…………………………………………………………………………………………………………..

…………………………………………………………………………………………………………..

Desafio – Após o turbilhão de emoções e descobertas

Desafio – Após o turbilhão de emoções e descobertas

Imagino que é normal, comum a todo viajante embora cada qual lhe imprime uma cor e sabor diferente.

Toda viagem nos envolve em um clima lúdico, de grandes expectativas e alegrias. Nesta última, preciso compartilhar tantas coisas embora seja preciso recortar e só escolhi anedotas breves.

Vamos lá, todos imaginando aqueles relógios moles, as moscas posando encima de cada objeto, grandes bigodes em fim…. Bandeira verde!

Para entrar geográfica e linguisticamente próximos, o contarei em espanhol. Sugiro seja lido em voz alta, estimula a fluidez e correta pronunciação:

a – Es muy difícil imaginar que estamos a 58km de Granada e no visitamos Guadix.

 Imperdible por sus ruinas románicas, sus construcciones casas/cueva, Iglesia /cueva y cerrar el paseo con su imponente catedral ocre, reminiscencias de Bologna. Fue inspiración para la actual Catedral de Granada. Por lo tanto, a no olvidarse, recomendadísimo.

b – Al recorrer la Alpujarra  en mayo es posible sentirse rodeado de amapolas entre aquellos postes con rayas de diferentes colores.

Saben para qué? En época de nieve registran su altura para las informaciones locales y hasta  para el control de los pocos cultivos,protegidos bajo gigantes  viveros.

También verán hortensias pink y anémonas negras.

c – Habrán oído alguna vez hablar de los dulces de caja, pues en el Museo de Ugija hay  hormas con varios cuadrados don eran colocados los dulces caseros.

d – Considerando que son pueblos medievales, construcciones muy primitivas, frentes estrechos, puertas tb. pequenas me sorprendió la altura donde colocaban los “llamadores”. Pensé, biotipo alto? Difícil. Naturalmente, pregunté y me explicaron que pasaban los hombres a caballo y esa era la altura  a la que podían llamar.

e – Para los aficionados al Jamón crudo de excelencia… visitar Trevelez es el punto alto. Más de 100 saladareros de Jamón, exposición de millares de jamones colgados, embutidos de todo tipo y ni que decir… los quesos!!!!!!!!!!!!!!! Quesos premiados de cabra, de oveja y tb. de vaca. Los hay  mezclados com los tres tipos de leche.

f – Las casas tienen sus puertas cerradas para protegerse de las altas temperaturas. Además de esa puerta, hay  delante una cortina que, a la distancia, parecen cadenas de metal. Cuando nos acercamos son de un material parecido a un acrílico flexible.

g – No puedo dejar de compartir el uso de aumentativos en el habla diaria y en las placas o carteles de la ciudad: bodegón, chuletón, fondón,etc.

h – Almerimar, es pueblo elegante, sofistado y escogido para vacaciones para algunos privilegiados de la zona especificamente para el verano.

i – Me llamaron la atención algunos anuncios en una reconocida casa de ropa femenina de Adra: Vestidos para celebraciones, Vestidos para Mimos .

j – Parador de Jaen es um escala de placer. Además de la beleza de localización, su construcción, interiores, restaurantes, decoración, y la visita guiada al proprio museo a partir de las 11 hs. En los clásicos cuartos medievales, terrazas de anchas paredes, vista al pueblo,  encuentras una repisa con libros que proponen un trueque con los libros que el viajero este llevando y, haya acabado de leer.

j – Semejante a otros países tb. existía la leyenda del lagarto que devoraba doncellas. Un preso, rellenó la piel de un cordero con pólvora y al comerlo, explotó. Así,  el preso fue liberado de su pena.

k – Continuando en este Castillo, se refierieron a las “ahumadas” era la quema de tomillo, esparto y retama para comunicarse con los aliados , en dias de lluvia  o de intensa neblina .

l – Al desplazarnos de un bloco a otro del castillo, al subir a las torres de defensa, los escalones eran extremamente altos. Dífíciles de subir. Volví a preguntar el porqué… ni imaginan! para dificultar  la subida a los  piratas y después a  los soldados invasores que estaban llenos de armas .

ll – Frente al patio de armas se ve que existía hospital, enfermeria y la mazmorra. Su construcción realizada con el material fuerte y resistente recogido de  los conventos  destruídos en las diferentes contendas y/o invasiones

m – La vida ha cambiado, la densidad demográfica es un hecho, los hábitos también.

Frecuentemente vemos por las calles “abuelos y abuelas” muy, muy mayores,  llevando cochecitos de nietos bebés de un lado para otro. O sea, una generación de padres  que  decidió tener sus hijos con más edad.

Hasta pronto… las anécdotas de FIGUERAS Y Cadaqués, para otro momento.

 

Dalí

Dalí

Como no recordar su rico anecdotario, sus exotismos y toda su grandeza. Hoy, es su dia, entre panes, cúpulas, mitos e leyendas, hormigas, osos, cisnes, víboras e todos sus símbolos, envueltos  en ramillete con moño amarillo, el aroma de sus olivares siendo todo protegido por su Dios de la basura.

La posibilidad de una visita a Cadaqués y Figueras, privilegio de todo quien se interesa por el Surrealismo y no para de reconocer y admirar el talento  de ese niño caprichoso,  Dalí.